Analisando os dados de busca de 2025, fica claro que todos estão procurando a mesma coisa: uma “Agência de Influenciadores” genérica. Mas se você é Diretor de Marketing de uma Fintech, Crypto ou empresa de B2B SaaS em expansão para o Brasil ou México, você não precisa de uma dança viral no TikTok; você precisa de confiança.
Nesta região, onde as regulamentações financeiras se tornam mais rígidas a cada dia, contratar a voz errada pode custar mais do que apenas o seu orçamento — pode custar a sua licença. Na The New Standard, analisamos essa mudança. Aqui está o porquê de sua estratégia para 2026 precisar migrar para uma abordagem localizada de Marketing de Influência B2B, e como fazê-lo sem alertar os reguladores.
1. O Cenário: Por que as Agências Genéricas de PR Tech Estão Falhando
A era da celebridade generalista está desaparecendo. Em 2026, estamos vendo a explosão do modelo de Agência de PR Tech especializada no Brasil, que foca em “Especialistas no Assunto” (SMEs).Historicamente, as marcas contratavam influenciadores com base na contagem de seguidores. No espaço Fintech B2B, esta é uma métrica de vaidade que frequentemente leva a zero conversão. Um influenciador de estilo de vida com 1 milhão de seguidores pode conseguir “curtidas”, mas não consegue explicar as nuances da interoperabilidade de blockchain ou da integração de APIs de open finance.
A Abordagem The New Standard: Nós focamos em SMEs. São economistas locais, desenvolvedores e geocientistas (como os que engajamos para a Seequent) que construíram audiências massivas e altamente engajadas com base na competência.
- A Oportunidade: Uma agência geral vende alcance para você. Uma estratégia especializada de PR Tech na LatAm vende credibilidade.
- Os Dados: As taxas de engajamento para micro-influenciadores (10k–50k seguidores) no setor de tecnologia brasileiro são quase o dobro das de macro-influenciadores de estilo de vida. Confiança é a nova moeda.
2. O Dilema da Agência de Crypto PR: Compliance é Rei
Este é o elefante na sala. No Brasil, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e a ANBIMA estabeleceram limites claros para 2026 em relação aos “Finfluencers”.Se você está contratando uma Agência de Crypto PR para a região, agora você é responsável pelo que seus influenciadores dizem. Os dias de “Velho Oeste” acabaram.
- O Risco: Se um influenciador prometer retornos ou der conselhos de investimento específicos sem os devidos avisos legais, sua marca pode ser multada.
- A Solução: Você precisa de uma agência que entenda a diferença entre “conteúdo educacional” (seguro) e “conselho de investimento” (arriscado) sob a lei local.
É aqui que a TNS se diferencia. Tratamos o Marketing de Influência como um fluxo de trabalho de compliance. Avaliamos os criadores não apenas pelo engajamento, mas pela segurança regulatória. Garantimos que, ao lançar uma campanha (como fizemos para a NexaPay, gerando US$ 1,3 milhão em ROI), você esteja construindo reputação, não risco.
3. Nuance de PR para Fintech Regional: Brasil vs. México vs. Colômbia
Um dos maiores erros no PR para Fintech é tratar a América Latina como um monólito. Uma Estratégia de Marketing de Influência que funciona em São Paulo pode fracassar na Cidade do México.- Brasil: O mercado é altamente focado em vídeo. Canais de finanças no YouTube e Reels no Instagram são dominantes. O público é sofisticado em relação ao banco digital (graças ao Pix), mas cético em relação a golpes. Alto valor de produção importa aqui.
- México: LinkedIn e Twitter (X) continuam poderosos para tomadores de decisão B2B. O tom costuma ser mais formal. A confiança é construída através da associação com marcas de mídia tradicional estabelecidas.
- Colômbia: Um hub de Fintech em rápido crescimento, onde a construção de comunidade (grupos de WhatsApp, comunidades de Telegram) desempenha um papel massivo na conversão.
Uma agência padrão “LatAm” pode reutilizar o mesmo conteúdo nos três. Na The New Standard, nossos Líderes de País garantem que o formato e o tom se ajustem aos hábitos culturais específicos de consumo do C-Level local.
4. Convertendo ‘Curtidas’ em Leads: O Funil B2B
Para nossos clientes B2B, o objetivo não é apenas “reconhecimento de marca”; é a geração de leads.Descobrimos que uma Estratégia de Marketing de Influência robusta na América Latina atua como uma força de vendas secundária. Quando uma voz de confiança no setor de logística ou pagamentos avalia seu software, os leads que chegam não estão apenas navegando — eles estão prontos para comprar.
O Fluxo de Trabalho TNS:
- Identificar: Não usamos bancos de dados automatizados. Verificamos manualmente as vozes que seus clientes respeitam.
- Instruir e Treinar: Treinamos os influenciadores no diferencial (USP) do seu produto. Fornecemos roteiros seguros para garantir o compliance.
- Rastrear: Vamos além das “visualizações”. Implementamos rastreamento UTM e landing pages dedicadas para medir exatamente quantos pedidos de demonstração ou downloads de whitepaper cada influenciador gera.
- Amplificar: Usamos mídia paga para impulsionar o conteúdo orgânico de melhor desempenho, garantindo que ele alcance tomadores de decisão específicos (CTOs, CFOs).
5. O Checklist “New Standard” para 2026
Antes de assinar contrato com uma agência de PR ou de influenciadores para sua expansão em 2026, passe-os por este checklist:- Conhecimento Regulatório: Eles conhecem as últimas diretrizes da CVM/ANBIMA para influenciadores?
- Presença Local: Eles têm equipes no Brasil e na LatAm de língua espanhola, ou estão terceirizando?
- Capacidade de Crise: Se um influenciador agir de forma inadequada, eles têm um protocolo de comunicação de crise estabelecido?
- Experiência B2B: Eles já venderam software ou produtos financeiros antes, ou apenas bens de consumo?
O Veredito para 2026
Você pode contratar uma agência genérica e obter resultados genéricos. Ou pode reconhecer que, no mundo de alto risco do PR para Fintech na América Latina, você precisa de um parceiro que entenda a lei local tão bem quanto entende o algoritmo.Não procure apenas “influenciadores”. Procure por influência.